Home Handebol Vini Perin é mais um atleta do Handlages a reforçar Itajaí

Vini Perin é mais um atleta do Handlages a reforçar Itajaí

Ponta direita, canhoto, chega para reforçar a equipe juvenil itajaiense na temporada 2021.

por Marcelli Silva
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O jogador de handebol, Vinicius Stache Perin, 16 anos, vulgo Perin, está com as malas prontas, ansioso para desembarcar em Itajaí. O ponta direita, canhoto, chega para reforçar a equipe juvenil itajaiense na temporada 2021.

O jovem Vini cresceu vendo Ceny, Jaquinho e Victor (irmão) jogarem e agora também busca trilhar um caminho de sucesso na modalidade. “Aquele chute com rolamento do Ceny, se um dia eu for do nível deles, serei feliz demais”, brinca.

O atleta destaca que está muito feliz pela oportunidade de jogar na equipe do litoral. “Minha perspectiva é conquistar muitos títulos com meus novos companheiros, principalmente a Olesc e Brasileiro de Clubes”; ressalta.

Presidente do Handlages, Rafael Getelina (foto) vê essa transferência como uma excelente oportunidade para a carreira do atleta. “Acredito que ele vá crescer e evoluir muito tanto no profissional quanto pessoal. A visibilidade será enorme, já que Itajaí é uma grande vitrine do cenário de handebol em nosso país”.

Trajetória
Vini, aos seis anos praticava futsal e karatê, assim como todo menino, sonhou um dia ser jogador de futebol. No entanto, com a mudança para a Escola Rubens de Arruda, conheceu o handebol aos oito anos. “Primeiro dia de aula no Rubão tivemos aula de Educação Física. A professora contou que, após o horário de aula, nas terças e quintas-feiras, havia escolinha de handebol e quem tivesse interesse deveria procurar o professor Marlon Beretta. Resumo: eu e meu irmão Victor fomos conhecer o projeto. Desse dia em diante nunca mais parei”, afirma o atleta.

Apesar da pouca idade, Vinícius, durante esses oito anos de Handlages, acumula várias experiências importantes em sua jornada desportiva. O acampamento cadete Brasileiro, em 2018, é um deles. Ele ficou surpreso quando viu seu nome na lista dos selecionados. Foram dez dias de muito aprendizado com Washington Nunes, técnico da Seleção Brasileira na época.

Daniela Stache Perin (foto), mãe do atleta, lembra do momento mágico. “Fiquei muito nervosa. Ele foi de ônibus sozinho para São Bernardo (SP) para o acampamento da Seleção Brasileira. Fiquei a noite toda sem dormir, pois ele tinha 13 anos”, recorda.